quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
Hiperlexia...Que tal saber mais sobre esta nova síndrome que está relacionada ao autismo
Esta autora escreveu este texto sobre a hiperlexia, um texto informativo onde mostra todas as características desta nova síndrome que envolve o autismo.
Hiperlexia
O que é?
A hiperlexia pode ser entendida como uma síndrome, que compreende
sintomas como uma alta capacidade de leitura e uma espécie de obsessão
por letras e números, porém acompanhada de uma espécie de retardo em
outras áreas do desenvolvimento. Essa síndrome pode ser entendida a
partir de três características principais: capacidade precoce de leitura, dificuldade em lidar com a linguagem oral e uma inadaptação social dos comportamentos.
Por muito tempo as crianças hiperléxicas foram diagnosticadas a partir
de referenciais do autismo, uma vez que existem poucos estudos e
mecanismos para o diagnóstico.
Como diagnosticar?
Algumas características podem encaminhar o diagnóstico de hiperlexia,
entre elas, deve-se atentar prioritariamente para a precocidade da
interação da criança com letras e números. A partir dos 18 meses,
crianças hiperléxicas já começam a demonstrar uma capacidade
diferenciada para identificação de letras e números, e aproximadamente a
partir dos 3 anos essas crianças são capazes de reconhecer o
agrupamento de letras e formar palavras, mesmo que estas não façam
sentido no contexto. Assim, é provável que essa criança seja capaz de
ler frases inteiras, mesmo não dominando a linguagem oral como as outras
crianças de sua idade. Devemos lembrar que nem todas as crianças com
hiperlexia apresentam o mesmo desenvolvimento de suas condições. Outra
particularidade das crianças hiperléxicas, para a qual se deve atentar
no período diagnóstico, é o apego que essas têm à rotina. Uma criança
hiperlexica dificilmente aceita mudanças em seus horários e atividades,
procura encontrar padrões em todas as situações.
A criança hiperléxica
A hiperlexia não é consequência de nenhum método de ensino, ou seja, a
capacidade de ler da forma como se dá nesses casos não é algo ensinado,
não há instruções para que a criança aja de tal forma. Essa criança
simplesmente aprende a decodificar as palavras, a partir da
identificação das letras e de seus agrupamentos.
O fato de uma criança hiperléxica ter dificuldades em seus
relacionamentos sociais não significa que estes não devam ser
encorajados. Existem inúmeros benefícios ligados à experiência dessas
crianças na relação com crianças de desenvolvimento normal, entre eles
destaca-se a estimulação oral. Para a criança hiperléxica, a criança
normal é alguém que fala muito, mas essa interação permite que aquela
reconheça os aspectos funcionais da comunicação oral.
Na escola
Algumas posições pedagógicas defendem a criação de salas especiais para
hiperléxicos, uma vez que a presença de uma criança hiperléxica no
grupo de alunos implica algumas alterações na rotina de professores,
coordenação e alunos, por exemplo, ajustes no currículo e flexibilização
do programa de ensino. Todavia, é importante tanto para crianças
normais quanto para a criança hiperléxica que sejam expostas a relação
com outras crianças em diferentes condições, para que possam reconhecer
diferentes formas de se comunicar. Do outro lado, professores devem
estar preparados para usar, de maneira criativa, a habilidade de lidar
com as palavras e números, de forma que se torne realmente uma
experiência valiosa para todos.
Onde encontrar mais informações?
Existem poucas publicações sobre hiperlexia no Brasil. Há alguns anos a
autora Susan Martins Miller publicou, pela editora Nova Alvorada de
Belo Horizonte, o livro “Lendo muito cedo”, que explica com bastante
clareza as condições e implicações da hiperlexia na vida de crianças e
adultos, além disso, algumas associações de pais de crianças autistas
tem trabalhado para divulgar as particularidades da síndrome em seus
sites, o que gera um conteúdo bastante rico em detalhes da experiência
de viver com alguém hiperléxico.
Juliana Spinelli Ferrari
Colaboradora Brasil Escola
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Um texto muito interessante sobre EAD e a visão de um grande autor da área...
O que é
educação a distância (*)
José Manuel Moran
Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância
jmmoran@usp.br
Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância
jmmoran@usp.br
Educação a distância é o processo
de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos
estão separados espacial e/ou temporalmente.
É ensino/aprendizagem onde
professores e alunos não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar
conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a
Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o
vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes.
Na expressão "ensino a
distância" a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a
distância). Preferimos a palavra "educação" que é mais abrangente,
embora nenhuma das expressões seja perfeitamente adequada.
Hoje temos a educação presencial,
semi-presencial (parte presencial/parte virtual ou a distância) e educação a
distância (ou virtual). A presencial é a dos cursos regulares, em qualquer
nível, onde professores e alunos se encontram sempre num local físico, chamado
sala de aula. É o ensino convencional. A semi-presencial acontece em parte na
sala de aula e outra parte a distância, através de tecnologias. A educação a
distância pode ter ou não momentos presenciais, mas acontece fundamentalmente
com professores e alunos separados fisicamente no espaço e ou no tempo, mas
podendo estar juntos através de tecnologias de comunicação.
Outro conceito importante é o de
educação contínua ou continuada, que se dá no processo de formação constante,
de aprender sempre, de aprender em serviço, juntando teoria e prática,
refletindo sobre a própria experiência, ampliando-a com novas informações e
relações.
A educação a distância pode ser
feita nos mesmos níveis que o ensino regular. No ensino fundamental, médio,
superior e na pós-graduação. É mais adequado para a educação de adultos,
principalmente para aqueles que já têm experiência consolidada de aprendizagem
individual e de pesquisa, como acontece no ensino de pós-graduação e também no
de graduação.
Há modelos exclusivos de
instituições de educação a distância, que só oferecem programas nessa
modalidade, como a Open University da Inglaterra ou a Universidade Nacional a
Distância da Espanha. A maior parte das instituições que oferecem cursos a
distância também o fazem no ensino presencial. Esse é o modelo atual
predominante no Brasil.
As tecnologias interativas,
sobretudo, vêm evidenciando, na educação a distância, o que deveria ser o cerne
de qualquer processo de educação: a interação e a interlocução entre todos os
que estão envolvidos nesse processo.
Na medida em que avançam as
tecnologias de comunicação virtual (que conectam pessoas que estão distantes
fisicamente como a Internet, telecomunicações, videoconferência, redes de alta
velocidade) o conceito de presencialidade também se altera. Poderemos ter
professores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora
"entrando" com sua imagem e voz, na aula de outro professor...
Haverá, assim, um intercâmbio maior de saberes, possibilitando que cada
professor colabore, com seus conhecimentos específicos, no processo de
construção do conhecimento, muitas vezes a distância.
O conceito de curso, de aula
também muda. Hoje, ainda entendemos por aula um espaço e um tempo determinados.
Mas, esse tempo e esse espaço, cada vez mais, serão flexíveis. O professor
continuará "dando aula", e enriquecerá esse processo com as
possibilidades que as tecnologias interativas proporcionam: para receber e
responder mensagens dos alunos, criar listas de discussão e alimentar
continuamente os debates e pesquisas com textos, páginas da Internet, até mesmo
fora do horário específico da aula. Há uma possibilidade cada vez mais
acentuada de estarmos todos presentes em muitos tempos e espaços diferentes.
Assim, tanto professores quanto alunos estarão motivados, entendendo
"aula" como pesquisa e intercâmbio. Nesse processo, o papel do
professor vem sendo redimensionado e cada vez mais ele se torna um supervisor,
um animador, um incentivador dos alunos na instigante aventura do conhecimento.
As crianças, pela especificidade
de suas necessidades de desenvolvimento e socialização, não podem prescindir do
contato físico, da interação. Mas nos cursos médios e superiores, o virtual,
provavelmente, superará o presencial. Haverá, então, uma grande reorganização
das escolas. Edifícios menores. Menos salas de aula e mais salas ambiente,
salas de pesquisa, de encontro, interconectadas. A casa e o escritório serão,
também, lugares importantes de aprendizagem.
Poderemos também oferecer cursos
predominantemente presenciais e outros predominantemente virtuais. Isso
dependerá da área de conhecimento, das necessidades concretas do currículo ou
para aproveitar melhor especialistas de outras instituições, que seria difícil
contratar.
Estamos numa fase de transição na
educação a distância. Muitas organizações estão se limitando a transpor para o
virtual adaptações do ensino presencial (aula multiplicada ou disponibilizada).
Há um predomínio de interação virtual fria (formulários, rotinas, provas,
e-mail) e alguma interação on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em
lugares diferentes). Apesar disso, já é perceptível que começamos a passar dos
modelos predominantemente individuais para os grupais na educação a distância.
Das mídias unidirecionais, como o jornal, a televisão e o rádio, caminhamos
para mídias mais interativas e mesmo os meios de comunicação tradicionais
buscam novas formas de interação. Da comunicação off-line estamos evoluindo
para um mix de comunicação off e on-line (em tempo real).
Educação a distância não é um
"fast-food" em que o aluno se serve de algo pronto. É uma prática que
permite um equilíbrio entre as necessidades e habilidades individuais e as do
grupo - de forma presencial e virtual. Nessa perspectiva, é possível avançar
rapidamente, trocar experiências, esclarecer dúvidas e inferir resultados. De
agora em diante, as práticas educativas, cada vez mais, vão combinar cursos
presenciais com virtuais, uma parte dos cursos presenciais será feita virtualmente,
uma parte dos cursos a distância será feita de forma presencial ou
virtual-presencial, ou seja, vendo-nos e ouvindo-nos, intercalando períodos de
pesquisa individual com outros de pesquisa e comunicação conjunta. Alguns
cursos poderemos fazê-los sozinhos, com a orientação virtual de um tutor, e em
outros será importante compartilhar vivências, experiências, idéias.
A Internet está caminhando para
ser audiovisual, para transmissão em tempo real de som e imagem (tecnologias streaming,
que permitem ver o professor numa tela, acompanhar o resumo do que fala e fazer
perguntas ou comentários). Cada vez será mais fácil fazer integrações mais
profundas entre TV e WEB (a parte da Internet que nos permite navegar, fazer
pesquisas...). Enquanto assiste a determinado programa, o telespectador começa
a poder acessar simultaneamente às informações que achar interessantes sobre o
programa, acessando o site da programadora na Internet ou outros bancos
de dados.
As possibilidades educacionais
que se abrem são fantásticas. Com o alargamento da banda de transmissão, como
acontece na TV a cabo, torna-se mais fácil poder ver-nos e ouvir-nos a
distância. Muitos cursos poderão ser realizados a distância com som e imagem,
principalmente cursos de atualização, de extensão. As possibilidades de
interação serão diretamente proporcionais ao número de pessoas envolvidas.
Teremos aulas a distância com
possibilidade de interação on-line (ao vivo) e aulas presenciais com interação
a distância.
Algumas organizações e cursos
oferecerão tecnologias avançadas dentro de uma visão conservadora (só visando o
lucro, multiplicando o número de alunos com poucos professores). Outras
oferecerão cursos de qualidade, integrando tecnologias e propostas pedagógicas
inovadoras, com foco na aprendizagem e com um mix de uso de tecnologias:
ora com momentos presenciais; ora de ensino on-line (pessoas conectadas ao
mesmo tempo, em lugares diferentes); adaptação ao ritmo pessoal; interação
grupal; diferentes formas de avaliação, que poderá também ser mais
personalizada e a partir de níveis diferenciados de visão pedagógica.
O processo de mudança na educação
a distância não é uniforme nem fácil. Iremos mudando aos poucos, em todos os
níveis e modalidades educacionais. Há uma grande desigualdade econômica, de
acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estão preparados para a
mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais,
atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade. E a
maioria não tem acesso a esses recursos tecnológicos, que podem democratizar o
acesso à informação. Por isso, é da maior relevância possibilitar a todos o
acesso às tecnologias, à informação significativa e à mediação de professores
efetivamente preparados para a sua utilização inovadora.
Bibliografia:
LANDIM, Claudia Maria Ferreira. Educação
a distância: algumas considerações. Rio de Janeiro, s/n, 1997.
LUCENA, Marisa. Um modelo de
escola aberta na Internet: kidlink no Brasil. Rio de Janeiro: Brasport,
1997.
NISKIER, Arnaldo. Educação a
distância: a tecnologia da esperança; políticas e estratégias a implantação de
um sistema nacional de educação aberta e a distância. São Paulo: Loyola,
1999.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
Braisntorming...uma técnica de dinâmica de grupo que pode ajudar na elaboração de trabalhos acadêmicos
Vamos falar de Braisntorming?
O brainstorming ou tempestade de ideias, mais que uma técnica de dinâmica de grupo, é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa de um indivíduo ou de um grupo - criatividade em equipe - colocando-a a serviço de objetivos pré-determinados.
Um Braisntorming deverá funcionar da seguinte forma:
O orientador deverá incentivar todos os participantes a expressar suas idéias livremente;
Não deverá jamais haver uma discussão na sessão de brainstorming, principalmente quando as idéias estão sendo apresentadas;
Não poderá haver julgamentos das idéias. Sejam eles pela comunicação verbal ou corporal (mímicos gestos e caretas);
Todas as idéias deverão ser escritas numa flip-chart, dando oportunidade para que todo o grupo possa avaliar as mesmas, para que se chegue a um consenso;
Antes de analisar as idéias de outrem, peça que o mesmo justifique, para que assim você possa ter uma visão e uma consciência melhor da idéia exposta.
Só será permitido agrupar ou eliminar uma idéia com a permissão do indivíduo que a expressou;
Por último, priorize as idéias com a participação do grupo.
Brainstorming passo a passo:
1- Definir o problema (note que a palavra " problema " não é necessariamente negativo - o problema pode ser " Precisar de um produto novo para a época do Natal " ou " Como usar o orçamento da empresa efetivamente durante o ano"). Escrever concisamente o problema e ter certeza de que todo o mundo entenda o problema e que esteja de acordo com o modo que foi formulado. Não há necessidade de colocar muitas restrições no problema no momento.
2. 2- Dar um tempo limite - é recomendado em torno de 25 a 30 minutos, experiências anteriores demonstram que tempo é requerido. Grupos maiores demandam mais tempo para assimilarem as idéias de todos.
3. 3- Todos tem que opinar por soluções ao problema, enquanto uma pessoa de fora escreve-as ou entra no Brainstormer. Não deve haver ABSOLUTAMENTE NENHUMA CRÍTICA DE IDÉIAS. Não importa o quanto maluca, impossível ou tola uma idéia é, deve ser escrito abaixo. Riso deve ser encorajado. Críticas não. Por que? Porque deve-se encorajar o fluxo livre de idéias e assim que os participantes da sessão de brainstorming começam a temer crítica das suas idéias, eles pararão de gerar idéias. Além disso, as idéias que primeiro parecem tolas podem provar serem boas ou conduzirem a idéias muito boas.
4. 4- Uma vez que o tempo acabou, selecionar as cinco melhores idéias. Ter certeza de que todos os envolvidos na sessão de brainstorming estejam de acordo com a escolha.
5. 5- Escrever aproximadamente cinco critérios que julgar das melhores idéias selecionadas que podem resolver o problema. Critérios devem começar com a palavra " deve ", por exemplo, "ela deveria ter valor efetivo", "ela deveria ser legal", "ela deveria ser possível de terminar antes", etc.
6. 6- Dar para cada idéia uma pontuação de 0 a 5 pontos que dependem de como se conhece bem cada critério. Uma vez que todas as idéias foram marcadas para cada critério, somar as pontuações.
7. 7- A idéia com a pontuação mais alta resolverá melhor o problema. Mas deve-se manter um registro de todas as melhores idéias e suas pontuações no caso da melhor idéia se mostrar não ser executável no momento.
1- Definir o problema (note que a palavra " problema " não é necessariamente negativo - o problema pode ser " Precisar de um produto novo para a época do Natal " ou " Como usar o orçamento da empresa efetivamente durante o ano"). Escrever concisamente o problema e ter certeza de que todo o mundo entenda o problema e que esteja de acordo com o modo que foi formulado. Não há necessidade de colocar muitas restrições no problema no momento.
2. 2- Dar um tempo limite - é recomendado em torno de 25 a 30 minutos, experiências anteriores demonstram que tempo é requerido. Grupos maiores demandam mais tempo para assimilarem as idéias de todos.
3. 3- Todos tem que opinar por soluções ao problema, enquanto uma pessoa de fora escreve-as ou entra no Brainstormer. Não deve haver ABSOLUTAMENTE NENHUMA CRÍTICA DE IDÉIAS. Não importa o quanto maluca, impossível ou tola uma idéia é, deve ser escrito abaixo. Riso deve ser encorajado. Críticas não. Por que? Porque deve-se encorajar o fluxo livre de idéias e assim que os participantes da sessão de brainstorming começam a temer crítica das suas idéias, eles pararão de gerar idéias. Além disso, as idéias que primeiro parecem tolas podem provar serem boas ou conduzirem a idéias muito boas.
4. 4- Uma vez que o tempo acabou, selecionar as cinco melhores idéias. Ter certeza de que todos os envolvidos na sessão de brainstorming estejam de acordo com a escolha.
5. 5- Escrever aproximadamente cinco critérios que julgar das melhores idéias selecionadas que podem resolver o problema. Critérios devem começar com a palavra " deve ", por exemplo, "ela deveria ter valor efetivo", "ela deveria ser legal", "ela deveria ser possível de terminar antes", etc.
6. 6- Dar para cada idéia uma pontuação de 0 a 5 pontos que dependem de como se conhece bem cada critério. Uma vez que todas as idéias foram marcadas para cada critério, somar as pontuações.
7. 7- A idéia com a pontuação mais alta resolverá melhor o problema. Mas deve-se manter um registro de todas as melhores idéias e suas pontuações no caso da melhor idéia se mostrar não ser executável no momento.
Enfim, estas são algumas orientações para se usar o
brainstorming, sabendo que cada orientador pode adequar a metodologia da
atividade ao seu contexto, não é uma ideia fechada , mas que pode ir se
modificando a todo o tempo.
Assinar:
Postagens (Atom)




