domingo, 1 de junho de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
O tema dessa semana é design universal...
DESIGN UNIVERSAL E ACESSIBILIDADE
De acordo com Dias (2006), design universal é o processo de criar produtos,
comercialmente viáveis, que possam ser usados por pessoas com as mais variadas
habilidades, operando em diversas situações, incluir questões sociais,
históricas, antropológicas, econômicas, princípios de ergonomia e usabilidade,
entre outros, ou seja livre de barreiras para dar acessibilidade a pessoas com
deficiência.
O termo design universal
foi usado pela primeira vez por Ron Mace, nos anos 70 em relação à área de
Arquitetura. Com o passar dos anos, sua aplicação se ampliou a outros ramos
técnicos, acadêmicos e profissionais, no desenvolvimento de produtos ao
consumidor, incluindo, mais recentemente, produtos de telecomunicações e de
tecnologia da informação.
As tecnologias assistivas são todo e qualquer
item, equipamento, sistema ou produto que auxilia o portador de deficiência a
realizar atividades, antes quase impossíveis ou muito difíceis de serem
realizadas, proporcionando assim, uma vida mais produtiva, independente,
agradável e bem sucedida. Tecnologia
Assistiva ainda é um termo ainda novo que agrupa dispositivos, técnicas e processos que podem prover assistência ou reabilitação para pessoas com algum tipo de
deficiência, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar
ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente
promover vida independente e inclusão.
Um grande grupo de pessoas
portadoras de necessidades especiais pode ser beneficiado por produtos mais
flexíveis mesmo não sendo as únicas a serem beneficiados. O exemplo de pessoas:
Sem visão: Atendem pessoas
cegas e outras cujos olhos podem estar exercendo outras atividades ou em
ambientes escuros.
Visão Limitada: Repara
momentaneamente deficiência visual, pessoas que estejam trabalhando em
ambientes esfumaçados ou com monitores de vídeo de baixa resolução.
Sem audição: Atende
pessoas surdas, pessoas estejam em ambientes extremamente barulhentos, em
silêncio forçados ou com ouvidos atentos as outras atividades ou com audição
limitada.
Para fácil acesso a
navegação de usuário por informações utilizando controles é outro objetivo do
design universal. Com isso as pessoas com necessidades especiais podem ter
dificuldade na operação de produtos com eficiência e eficácia se o uso na
navegação de seus controles não forem bem compreendidos e manuseados.
Diante
deste contexto do design universal, entende-se então que acessibilidade é a capacidade de produto ser flexível o suficiente
para atender ás necessidades e preferências para o maior numero de
pessoas possíveis, além de ser compatível com tecnologias assistivas usadas por
pessoas com necessidades especiais, visando assim a eliminação de barreiras.
Na Web a acessibilidade
é a prática inclusiva de fazer Web sites que possam ser utilizados por todas as
pessoas sendo elas deficientes ou não, percebe-se que quando o sites são
corretamente arquitetados, todos os usuários podem ter igual acesso a
informação. Dias (2006), complementa a ideia dizendo que acessibilidade na Web
significa que qualquer pessoa, usando qualquer tipo de tecnologia de navegação deve
ser capaz de interagir com qualquer site, compreendendo inteiramente as
informações nele apresentadas e que o problema da acessibilidade na Web não
afeta apenas os usuários deficientes.
REFERÊNCIAS
DIAS,
Cláudia. Usabilidade na Web: criando portais mais acessíveis,
2ªedição. Alta books, Brasília, 2006.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
E o tema da semana é: Avaliação Heuristíca
Falando
um pouco sobre a Avaliação Heurístíca...Um método bastante útil para avaliar
sites a nível de Usabilidade e Acessibilidade
Atualmente,
com o avanço da internet nos últimos anos, percebe-se uma quantidade infinita
de sites na rede, porém muitos desses sites não passaram por um critério
rigoroso de avaliação, já que muitos possuem conteúdos massantes,
desatualizados, interfaces poluídas e carregadas de informação. A
acessibilidade e usabilidade propõe que os sites sejam claros, facilite a
navegação para o usuário, possuam poucos erros ou quase nenhum, enfim dentre
outras características.
Um método
que proporciona a detecção desses erros explícitos muitos sites apresentam e a
possibilidade de corrigi-los é a Avaliação Heurística.
A
Avaliação Heurística é um método de inspeção utilizado por arquitetos de
informação e designer de interação para realizar testes de usabilidade em
interfaces de modo rápido, barato e fácil.
Segundo
Jakob Nielsen, um cientista dinamarquês de computação, “o objetivo da avaliação
heurística é encontrar os problemas de utilização na concepção de modo que eles
podem ser atendidos como parte de um processo iterativo de design.” (Nielsen,
2005).
A analise
heurística é a análise da interação homem computador (HCI). Exatamente por ser
o elo entre o Homem e o Computador, as interfaces, pautadas nas heurísticas,
definem o eixo que deve ser considerado como primordial para o desenvolvimento
de websites e, em seu bojo, é necessário considerar os elementos relacionados à
sua adequada estruturação: Arquitetura da Informação, Arquitetura de Design,
Navegabilidade, Conteúdo e Interatividade, que relacionados entre si, definem a
usabilidade de um websites.
As dez
heurísticas são as seguintes: Visibilidade
do status do sistema; compatibilidade entre sistema e mundo real; controle e
liberdade para o usuário; consistência e padrões; prevenção de erro; reconhecimento em lugar de lembrança; flexibilidade e
eficiência de uso; projeto minimalista e estético; auxiliar os usuários a
reconhecer; diagnosticar e recuperar erros e ajuda e documentação.
Essas
heurísticas ajudam a prevenir possíveis erros, o design na interface, ou se o
site já está pronto, possibilita que seja realizada uma avaliação para corrigir
os erros encontrados e para acrescentar algum item que esteja faltando ou fora
dos padrões sugeridos pelo cientista Nielsen.
Acredita-se
que pode ser feita uma boa avaliação heurística em alguns sites, devido a
interface possuir bastante pontos positivos de acordo com os critérios ergonômicos de Bastien e Scapin
(1993), apresentando informações claras, interatividade, sistema de busca
e links que podem ajudar o usuário a encontrar o que procura, a interface
também diminui os passos para que o usuário realize uma tarefa no site, dentre
outras ações.
Diante
destas características iniciais, sugere-se realizar os testes de usabilidade de
acordo com as heurísticas de Nielsen e são selecionados de 3 a 5 avaliadores
para realizar as tarefas. As avaliações
foram feitas pelos integrantes da equipe que avaliaram o site, observando os
critérios de avaliação que são os seguintes:
0 – Não é considerado, totalmente, um problema de
usabilidade
1 – Problema apenas estético: não necessita ser
consertado a menos que tenha tempo extra disponível no projeto.
2 – Problema menor de usabilidade: o conserto deste
problema deverá ser baixa prioridade.
3 – Problema maior de usabilidade: é importante
conserta-lo, para isso deverá ser dado alta prioridade.
4 –
Catástrofe de usabilidade: é obrigatório conserta-lo, antes do produto ser
divulgado.
Com isso,
percebe-se que é importante fazer um trabalho como esse, pois o profissional da
área de informática e multimídias deve sempre buscar qualidade ao realizar
trabalhos que envolvam produção ou avaliação de interfaces e que conhecer as ferramentas ou
métodos que possibilitem desde qualidades básicas como funcionalidade,
confiabilidade e segurança de uso, flexibilidade, adaptabilidade e facilidade
de entendimento proporcionam realizar bons trabalhos futuros.
domingo, 18 de maio de 2014
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